A diástase abdominal acontece quando os músculos retos do abdômen se afastam, formando um espaço entre eles.Muitas pessoas associam a diástase apenas à estética — aquela “barriguinha que não melhora” — mas ela também pode trazer consequências funcionais, como dor lombar, fraqueza abdominal e até alterações posturais.
E quando chega a hora de corrigir?A primeira opção que muita gente conhece é a abdominoplastia, cirurgia realizada pela cirurgia plástica, que além de aproximar os músculos também retira excesso de pele.Mas existem outras alternativas, menos invasivas, que podem ser indicadas em casos específicos.
Opção 1 – Abdominoplastia tradicional
- Indicada principalmente para pacientes com excesso de pele e flacidez abdominal.
- Corrige a diástase e remove pele excedente, muitas vezes associada a lipoaspiração.
- Deixa uma cicatriz baixa e extensa, mas pode entregar resultados estéticos importantes.
Opção 2 – Cirurgia minimamente invasiva (robótica ou laparoscópica)
- Indicada para pacientes sem excesso de pele, que desejam apenas corrigir a diástase.
- Realizada através de três pequenas incisões, com auxílio de vídeo ou robô.
- Menos dor, menos risco de complicações, cicatrizes discretas e recuperação mais rápida.
- Preserva planos anatômicos importantes, o que pode ser fundamental para mulheres que ainda desejam engravidar.
Opção 3 – Tratamentos combinados
Em muitos casos, a melhor opção não é apenas uma técnica, mas sim uma associação de abordagens:
- Cirurgia robótica + lipoaspiração.
- Abdominoplastia + tecnologia de retração da pele.
- Correção da diástase em conjunto com equipe de cirurgia plástica.
Essa flexibilidade permite que o tratamento seja personalizado, equilibrando resultado funcional e estético.
Qual é a melhor opção?
Não existe técnica universalmente melhor.O que existe é a melhor técnica para cada pessoa, dependendo de fatores como:
- Idade e estilo de vida.
- Presença ou não de excesso de pele.
- Desejo de futuras gestações.
- Condição funcional dos músculos.
Por isso, a avaliação médica individualizada é indispensável. Só assim é possível definir o caminho mais seguro e eficaz para cada paciente.

Conclusão: A diástase abdominal tem diferentes formas de correção, que vão desde a abdominoplastia até técnicas minimamente invasivas, como a cirurgia robótica.Mais importante do que escolher a técnica “da moda” é definir, junto ao cirurgião, qual opção se adapta ao seu corpo e à sua realidade.
Quer saber qual técnica é indicada para o seu caso?
Agende sua consulta e vamos avaliar juntos.